Revista Top View

#ART: Exposição de design “A Busca” na Galeria Zilda Fraletti pretende responder perguntas universais Em “A Busca”, trabalho assinado pela designer Ana Penso, em parceria com a Michelângelo Mármores do Brasil, aposta em ludicidade e reflexão Arte e design. Palha de milho e mármore. Tudo isso para mostrar que estamos em uma eterna busca. A busca por nós mesmos. Na exposição intitulada “A Busca”, assinada pela designer de produtos Ana Penso, a Galeria Zilda Fraletti irá entregar um universo intimista e lúdico, repleto de formas orgânicas e espelhos, com a intenção de propor a reflexão mais difícil de toda uma vida: quem sou eu? Para Sharon Abdalla, jornalista e designer, uma das curadoras da exposição, a todo momento o mundo nos convida à reflexão, seja sobre a vida, a comunidade, o futuro do planeta, sobre o que será do amanhã. E refletir sobre o todo, de certa forma, nos coloca em um lugar cômodo. “Se são temas comuns, o entendimento e a ação também são coletivos. Mas por quantas vezes nos permitimos trazer a reflexão para o particular? O que vê, para além da imagem refletida quando se olha no espelho? Consegue se enxergar como ou quem é ou o que você vê é apenas a projeção do que os outros dizem ser você? As respostas podem não ser tão confortáveis e quem melhor do que a arte, em sua simbiose com o design, para trazer à tona tais questões?”, provoca Abdalla. A também curadora de “A Busca”, Bruna Gagliano, reflete sobre o olhar introspectivo que a exposição de Ana Penso propõe. “A viagem na qual a palha e o mármore se entrelaçam, formam um labirinto reflexivo. Ela nos lembra que somos tanto a fortaleza imutável, quanto a efemeridade que se desfaz ao vento. Somos a palha e o mármore, a dualidade e a unidade, o eterno e o efêmero”, sugere. O valor do inestimável Apaixonada pela possibilidade de favorecer a economia local e a valorização cultural do Brasil, Ana Penso trabalha com fibra natural e mão de obra local e de pequeno porte. Sua atuação, repleta de afeto e significado carrega o valor do inestimável, pois reúne inúmeros universos dentro dela. Em “A Busca”, o contraste entre a leveza da palha e a sobriedade do mármore guiarão o público nessa dualidade que é a condição da vida. “Os opostos são essenciais para alcançar a harmonia interior e a paz de espírito”, reflete a designer que estará presente por meio da poesia da palha trançada, que revestirá o teto da Galeria. A parceria honesta entre duas marcas A história da Michelângelo e do trabalho de Ana Penso se entrelaçam através da cidade paranaense de Cerro Azul, onde fica a jazida de Mármore Branco Michelangelo e, também, onde se concentra o coletivo “Tecendo História”, parceiro da designer, com oito artesãs que produzem para o mercado nacional e internacional. Os mármores da Michelangelo irão compor a exposição com os Sofás Duo, cuja forma remete ao yin-yang, que intensifica o conceito de dualidade, com a ideia de que metades opostas são complementares e interdependentes, e juntas formam um todo equilibrado. O design em evidência na Galeria Zilda Fraletti Para Carlos Cavet, o design vem se destacando como uma potente faceta da Galeria. “Ana Penso expôs conosco em 2022 e, num intervalo inferior a um ano, estamos juntos novamente para convidar o público a admirar o trabalho em fibra natural”, comemora o sócio da Galeria Zilda Fraletti. “Arte e design estão ligados por uma linha tão sutil, que não é qualquer pessoa que identifica a conexão. Queremos incentivar o público a enxergar esse efeito rarefeito”, elabora a galerista Zilda Fraletti. Leia o artigo completo no link abaixo: #ART: Exposição de design “A Busca” na Galeria Zilda Fraletti pretende responder perguntas universais

Blog Katia Velo

Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal Em “A Busca”, trabalho assinado pela designer Ana Penso, em parceria com a Michelângelo Mármores do Brasil, aposta em ludicidade e reflexão Arte e design. Palha de milho e mármore. Tudo isso para mostrar que estamos em uma eterna busca. A busca por nós mesmos. Na exposição intitulada “A Busca”, assinada pela designer de produtos Ana Penso, a Galeria Zilda Fraletti irá entregar um universo intimista e lúdico, repleto de formas orgânicas e espelhos, com a intenção de propor a reflexão mais difícil de toda uma vida: quem sou eu? Para Sharon Abdalla, jornalista e designer, uma das curadoras da exposição, a todo momento o mundo nos convida à reflexão, seja sobre a vida, a comunidade, o futuro do planeta, sobre o que será do amanhã. E refletir sobre o todo, de certa forma, nos coloca em um lugar cômodo. “Se são temas comuns, o entendimento e a ação também são coletivos. Mas por quantas vezes nos permitimos trazer a reflexão para o particular? O que vê, para além da imagem refletida quando se olha no espelho? Consegue se enxergar como ou quem é ou o que você vê é apenas a projeção do que os outros dizem ser você? As respostas podem não ser tão confortáveis e quem melhor do que a arte, em sua simbiose com o design, para trazer à tona tais questões?”, provoca Abdalla. A também curadora de “A Busca”, Bruna Gagliano, reflete sobre o olhar introspectivo que a exposição de Ana Penso propõe. “A viagem na qual a palha e o mármore se entrelaçam, formam um labirinto reflexivo. Ela nos lembra que somos tanto a fortaleza imutável, quanto a efemeridade que se desfaz ao vento. Somos a palha e o mármore, a dualidade e a unidade, o eterno e o efêmero”, sugere. O valor do inestimável Apaixonada pela possibilidade de favorecer a economia local e a valorização cultural do Brasil, Ana Penso trabalha com fibra natural e mão de obra local e de pequeno porte. Sua atuação, repleta de afeto e significado carrega o valor do inestimável, pois reúne inúmeros universos dentro dela. Em “A Busca”, o contraste entre a leveza da palha e a sobriedade do mármore guiarão o público nessa dualidade que é a condição da vida. “Os opostos são essenciais para alcançar a harmonia interior e a paz de espírito”, reflete a designer que estará presente por meio da poesia da palha trançada, que revestirá o teto da Galeria. A parceria honesta entre duas marcas A história da Michelângelo e do trabalho de Ana Penso se entrelaçam através da cidade paranaense de Cerro Azul, onde fica a jazida de Mármore Branco Michelangelo e, também, onde se concentra o coletivo “Tecendo História”, parceiro da designer, com oito artesãs que produzem para o mercado nacional e internacional. Os mármores da Michelangelo irão compor a exposição com os Sofás Duo, cuja forma remete ao yin-yang, que intensifica o conceito de dualidade, com a ideia de que metades opostas são complementares e interdependentes, e juntas formam um todo equilibrado. O design em evidência na Galeria Zilda Fraletti Para Carlos Cavet, o design vem se destacando como uma potente faceta da Galeria. “Ana Penso expôs conosco em 2022 e, num intervalo inferior a um ano, estamos juntos novamente para convidar o público a admirar o trabalho em fibra natural”, comemora o sócio da Galeria Zilda Fraletti. “Arte e design estão ligados por uma linha tão sutil, que não é qualquer pessoa que identifica a conexão. Queremos incentivar o público a enxergar esse efeito rarefeito”, elabora a galerista Zilda Fraletti. A Galeria Zilda Fraletti fica no Design Center Curitiba (Avenida do Batel, 1.750) e a instalação “A Busca” pode ser conferida de 26 de agosto a 16 de setembro de 2023, de segunda a sábado. Leia o artigo completo no link abaixo: Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal

Revista Onne & Only

Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal Em “A Busca”, trabalho assinado pela designer Ana Penso, em parceria com a Michelângelo Mármores do Brasil, aposta em ludicidade e reflexão Curitiba, 21 de agosto de 2023 – Arte e design. Palha de milho e mármore. Tudo isso para mostrar que estamos em uma eterna busca. A busca por nós mesmos. Na exposição intitulada “A Busca”, assinada pela designer de produtos Ana Penso, a Galeria Zilda Fraletti irá entregar um universo intimista e lúdico, repleto de formas orgânicas e espelhos, com a intenção de propor a reflexão mais difícil de toda uma vida: quem sou eu? Para Sharon Abdalla, jornalista e designer, uma das curadoras da exposição, a todo momento o mundo nos convida à reflexão, seja sobre a vida, a comunidade, o futuro do planeta, sobre o que será do amanhã. E refletir sobre o todo, de certa forma, nos coloca em um lugar cômodo. “Se são temas comuns, o entendimento e a ação também são coletivos. Mas por quantas vezes nos permitimos trazer a reflexão para o particular? O que vê, para além da imagem refletida quando se olha no espelho? Consegue se enxergar como ou quem é ou o que você vê é apenas a projeção do que os outros dizem ser você? As respostas podem não ser tão confortáveis e quem melhor do que a arte, em sua simbiose com o design, para trazer à tona tais questões?”, provoca Abdalla. A também curadora de “A Busca”, Bruna Gagliano, reflete sobre o olhar introspectivo que a exposição de Ana Penso propõe. “A viagem na qual a palha e o mármore se entrelaçam, formam um labirinto reflexivo. Ela nos lembra que somos tanto a fortaleza imutável, quanto a efemeridade que se desfaz ao vento. Somos a palha e o mármore, a dualidade e a unidade, o eterno e o efêmero”, sugere. O valor do inestimável Apaixonada pela possibilidade de favorecer a economia local e a valorização cultural do Brasil, Ana Penso trabalha com fibra natural e mão de obra local e de pequeno porte. Sua atuação, repleta de afeto e significado carrega o valor do inestimável, pois reúne inúmeros universos dentro dela. Em “A Busca”, o contraste entre a leveza da palha e a sobriedade do mármore guiarão o público nessa dualidade que é a condição da vida. “Os opostos são essenciais para alcançar a harmonia interior e a paz de espírito”, reflete a designer que estará presente por meio da poesia da palha trançada, que revestirá o teto da Galeria. A parceria honesta entre duas marcas A história da Michelângelo e do trabalho de Ana Penso se entrelaçam através da cidade paranaense de Cerro Azul, onde fica a jazida de Mármore Branco Michelangelo e, também, onde se concentra o coletivo “Tecendo História”, parceiro da designer, com oito artesãs que produzem para o mercado nacional e internacional. Os mármores da Michelangelo irão compor a exposição com os Sofás Duo, cuja forma remete ao yin-yang, que intensifica o conceito de dualidade, com a ideia de que metades opostas são complementares e interdependentes, e juntas formam um todo equilibrado. O design em evidência na Galeria Zilda Fraletti Para Carlos Cavet, o design vem se destacando como uma potente faceta da Galeria. “Ana Penso expôs conosco em 2022 e, num intervalo inferior a um ano, estamos juntos novamente para convidar o público a admirar o trabalho em fibra natural”, comemora o sócio da Galeria Zilda Fraletti. “Arte e design estão ligados por uma linha tão sutil, que não é qualquer pessoa que identifica a conexão. Queremos incentivar o público a enxergar esse efeito rarefeito”, elabora a galerista Zilda Fraletti. A Galeria Zilda Fraletti fica no Design Center Curitiba (Avenida do Batel, 1.750) e a instalação “A Busca” pode ser conferida de 26 de agosto a 16 de setembro de 2023, de segunda a sábado. Leia o artigo completo no link abaixo: Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal

Diário Indústria & Comércio

Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal Em “A Busca”, trabalho assinado pela designer Ana Penso, em parceria com a Michelângelo Mármores do Brasil, aposta em ludicidade e reflexão Arte e design. Palha de milho e mármore. Tudo isso para mostrar que estamos em uma eterna busca. A busca por nós mesmos. Na exposição intitulada “A Busca”, assinada pela designer de produtos Ana Penso, a Galeria Zilda Fraletti irá entregar um universo intimista e lúdico, repleto de formas orgânicas e espelhos, com a intenção de propor a reflexão mais difícil de toda uma vida: quem sou eu? Para Sharon Abdalla, jornalista e designer, uma das curadoras da exposição, a todo momento o mundo nos convida à reflexão, seja sobre a vida, a comunidade, o futuro do planeta, sobre o que será do amanhã. E refletir sobre o todo, de certa forma, nos coloca em um lugar cômodo. “Se são temas comuns, o entendimento e a ação também são coletivos. Mas por quantas vezes nos permitimos trazer a reflexão para o particular? O que vê, para além da imagem refletida quando se olha no espelho? Consegue se enxergar como ou quem é ou o que você vê é apenas a projeção do que os outros dizem ser você? As respostas podem não ser tão confortáveis e quem melhor do que a arte, em sua simbiose com o design, para trazer à tona tais questões?”, provoca Abdalla. A também curadora de “A Busca”, Bruna Gagliano, reflete sobre o olhar introspectivo que a exposição de Ana Penso propõe. “A viagem na qual a palha e o mármore se entrelaçam, formam um labirinto reflexivo. Ela nos lembra que somos tanto a fortaleza imutável, quanto a efemeridade que se desfaz ao vento. Somos a palha e o mármore, a dualidade e a unidade, o eterno e o efêmero”, sugere. O valor do inestimável Apaixonada pela possibilidade de favorecer a economia local e a valorização cultural do Brasil, Ana Penso trabalha com fibra natural e mão de obra local e de pequeno porte. Sua atuação, repleta de afeto e significado carrega o valor do inestimável, pois reúne inúmeros universos dentro dela. Em “A Busca”, o contraste entre a leveza da palha e a sobriedade do mármore guiarão o público nessa dualidade que é a condição da vida. “Os opostos são essenciais para alcançar a harmonia interior e a paz de espírito”, reflete a designer que estará presente por meio da poesia da palha trançada, que revestirá o teto da Galeria. A parceria honesta entre duas marcas A história da Michelângelo e do trabalho de Ana Penso se entrelaçam através da cidade paranaense de Cerro Azul, onde fica a jazida de Mármore Branco Michelangelo e, também, onde se concentra o coletivo “Tecendo História”, parceiro da designer, com oito artesãs que produzem para o mercado nacional e internacional. Os mármores da Michelangelo irão compor a exposição com os Sofás Duo, cuja forma remete ao yin-yang, que intensifica o conceito de dualidade, com a ideia de que metades opostas são complementares e interdependentes, e juntas formam um todo equilibrado. O design em evidência na Galeria Zilda Fraletti Para Carlos Cavet, o design vem se destacando como uma potente faceta da Galeria. “Ana Penso expôs conosco em 2022 e, num intervalo inferior a um ano, estamos juntos novamente para convidar o público a admirar o trabalho em fibra natural”, comemora o sócio da Galeria Zilda Fraletti. “Arte e design estão ligados por uma linha tão sutil, que não é qualquer pessoa que identifica a conexão. Queremos incentivar o público a enxergar esse efeito rarefeito”, elabora a galerista Zilda Fraletti. A Galeria Zilda Fraletti fica no Design Center Curitiba (Avenida do Batel, 1.750) e a instalação “A Busca” pode ser conferida de 26 de agosto a 16 de setembro de 2023, de segunda a sábado. Leia o artigo completo no link abaixo: Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal

Blog Flash Curitiba

Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal Em “A Busca”, trabalho assinado pela designer Ana Penso, em parceria com a Michelângelo Mármores do Brasil, aposta em ludicidade e reflexão Arte e design. Palha de milho e mármore. Tudo isso para mostrar que estamos em uma eterna busca. A busca por nós mesmos. Na exposição intitulada “A Busca”, assinada pela designer de produtos Ana Penso, a Galeria Zilda Fraletti irá entregar um universo intimista e lúdico, repleto de formas orgânicas e espelhos, com a intenção de propor a reflexão mais difícil de toda uma vida: quem sou eu? Para Sharon Abdalla, jornalista e designer, uma das curadoras da exposição, a todo momento o mundo nos convida à reflexão, seja sobre a vida, a comunidade, o futuro do planeta, sobre o que será do amanhã. E refletir sobre o todo, de certa forma, nos coloca em um lugar cômodo. “Se são temas comuns, o entendimento e a ação também são coletivos. Mas por quantas vezes nos permitimos trazer a reflexão para o particular? O que vê, para além da imagem refletida quando se olha no espelho? Consegue se enxergar como ou quem é ou o que você vê é apenas a projeção do que os outros dizem ser você? As respostas podem não ser tão confortáveis e quem melhor do que a arte, em sua simbiose com o design, para trazer à tona tais questões?”, provoca Abdalla. A também curadora de “A Busca”, Bruna Gagliano, reflete sobre o olhar introspectivo que a exposição de Ana Penso propõe. “A viagem na qual a palha e o mármore se entrelaçam, formam um labirinto reflexivo. Ela nos lembra que somos tanto a fortaleza imutável, quanto a efemeridade que se desfaz ao vento. Somos a palha e o mármore, a dualidade e a unidade, o eterno e o efêmero”, sugere. O valor do inestimável Apaixonada pela possibilidade de favorecer a economia local e a valorização cultural do Brasil, Ana Penso trabalha com fibra natural e mão de obra local e de pequeno porte. Sua atuação, repleta de afeto e significado carrega o valor do inestimável, pois reúne inúmeros universos dentro dela. Em “A Busca”, o contraste entre a leveza da palha e a sobriedade do mármore guiarão o público nessa dualidade que é a condição da vida. “Os opostos são essenciais para alcançar a harmonia interior e a paz de espírito”, reflete a designer que estará presente por meio da poesia da palha trançada, que revestirá o teto da Galeria. A parceria honesta entre duas marcas A história da Michelângelo e do trabalho de Ana Penso se entrelaçam através da cidade paranaense de Cerro Azul, onde fica a jazida de Mármore Branco Michelangelo e, também, onde se concentra o coletivo “Tecendo História”, parceiro da designer, com oito artesãs que produzem para o mercado nacional e internacional. Os mármores da Michelangelo irão compor a exposição com os Sofás Duo, cuja forma remete ao yin-yang, que intensifica o conceito de dualidade, com a ideia de que metades opostas são complementares e interdependentes, e juntas formam um todo equilibrado. O design em evidência na Galeria Zilda Fraletti Para Carlos Cavet, o design vem se destacando como uma potente faceta da Galeria. “Ana Penso expôs conosco em 2022 e, num intervalo inferior a um ano, estamos juntos novamente para convidar o público a admirar o trabalho em fibra natural”, comemora o sócio da Galeria Zilda Fraletti. “Arte e design estão ligados por uma linha tão sutil, que não é qualquer pessoa que identifica a conexão. Queremos incentivar o público a enxergar esse efeito rarefeito”, elabora a galerista Zilda Fraletti. A Galeria Zilda Fraletti fica no Design Center Curitiba (Avenida do Batel, 1.750) e a instalação “A Busca” pode ser conferida de 26 de agosto a 16 de setembro de 2023, de segunda a sábado. Leia o artigo completo no link abaixo: Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal

Blog Divirta-se! Curitiba

Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal Em “A Busca”, trabalho assinado pela designer Ana Penso, em parceria com a Michelângelo Mármores do Brasil, aposta em ludicidade e reflexão Arte e design. Palha de milho e mármore. Tudo isso para mostrar que estamos em uma eterna busca. A busca por nós mesmos. Na exposição intitulada “A Busca”, assinada pela designer de produtos Ana Penso, a Galeria Zilda Fraletti irá entregar um universo intimista e lúdico, repleto de formas orgânicas e espelhos, com a intenção de propor a reflexão mais difícil de toda uma vida: quem sou eu? Para Sharon Abdalla, jornalista e designer, uma das curadoras da exposição, a todo momento o mundo nos convida à reflexão, seja sobre a vida, a comunidade, o futuro do planeta, sobre o que será do amanhã. E refletir sobre o todo, de certa forma, nos coloca em um lugar cômodo. “Se são temas comuns, o entendimento e a ação também são coletivos. Mas por quantas vezes nos permitimos trazer a reflexão para o particular? O que vê, para além da imagem refletida quando se olha no espelho? Consegue se enxergar como ou quem é ou o que você vê é apenas a projeção do que os outros dizem ser você? As respostas podem não ser tão confortáveis e quem melhor do que a arte, em sua simbiose com o design, para trazer à tona tais questões?”, provoca Abdalla. A também curadora de “A Busca”, Bruna Gagliano, reflete sobre o olhar introspectivo que a exposição de Ana Penso propõe. “A viagem na qual a palha e o mármore se entrelaçam, formam um labirinto reflexivo. Ela nos lembra que somos tanto a fortaleza imutável, quanto a efemeridade que se desfaz ao vento. Somos a palha e o mármore, a dualidade e a unidade, o eterno e o efêmero”, sugere. O valor do inestimável Apaixonada pela possibilidade de favorecer a economia local e a valorização cultural do Brasil, Ana Penso trabalha com fibra natural e mão de obra local e de pequeno porte. Sua atuação, repleta de afeto e significado carrega o valor do inestimável, pois reúne inúmeros universos dentro dela. Em “A Busca”, o contraste entre a leveza da palha e a sobriedade do mármore guiarão o público nessa dualidade que é a condição da vida. “Os opostos são essenciais para alcançar a harmonia interior e a paz de espírito”, reflete a designer que estará presente por meio da poesia da palha trançada, que revestirá o teto da Galeria. A parceria honesta entre duas marcas A história da Michelângelo e do trabalho de Ana Penso se entrelaçam através da cidade paranaense de Cerro Azul, onde fica a jazida de Mármore Branco Michelangelo e, também, onde se concentra o coletivo “Tecendo História”, parceiro da designer, com oito artesãs que produzem para o mercado nacional e internacional. Os mármores da Michelangelo irão compor a exposição com os Sofás Duo, cuja forma remete ao yin-yang, que intensifica o conceito de dualidade, com a ideia de que metades opostas são complementares e interdependentes, e juntas formam um todo equilibrado. O design em evidência na Galeria Zilda Fraletti Para Carlos Cavet, o design vem se destacando como uma potente faceta da Galeria. “Ana Penso expôs conosco em 2022 e, num intervalo inferior a um ano, estamos juntos novamente para convidar o público a admirar o trabalho em fibra natural”, comemora o sócio da Galeria Zilda Fraletti. “Arte e design estão ligados por uma linha tão sutil, que não é qualquer pessoa que identifica a conexão. Queremos incentivar o público a enxergar esse efeito rarefeito”, elabora a galerista Zilda Fraletti. A Galeria Zilda Fraletti fica no Design Center Curitiba (Avenida do Batel, 1.750) e a instalação “A Busca” pode ser conferida de 26 de agosto a 16 de setembro de 2023, de segunda a sábado. Leia o artigo completo no link abaixo: Quem sou eu? Exposição de design na Galeria Zilda Fraletti oferece subsídios ao público para responder pergunta universal

Destaques do mês de junho aqui na Michelangelo

Acompanhe abaixo os principais acontecimentos de junho na Michelangelo! CASACOR Paraná: Inciou-se no dia 04 de junho a CASACOR Paraná que vai até o dia 23 de julho de 2023 em Curitiba. A Michelangelo esteve presente na CASACOR com sua participação no ambiente do arquiteto Giuliano Marchiorato. Batizado de Casa Japandi o espaço assinado pelo arquiteto é inspirado por sua imersão recente no Japão. Amante do minimalismo e da cultura japonesa, Giuliano, criou um espaço que une conceitos da filosofia do “wabi sabi” e da palavra “Hygge”. No espaço conseguimos observar mobiliário prático, simples e minimalista, com elementos orgânicos que se complementam. Suas cores e materiais, como o mármore branco Michelangelo Prime, refletem neutralidade deixando o ambiente sereno e receptivo. Tudo baseado no estilo Japandi, criando uma casa contemporânea, japonista e minimalista. Viagem prêmio ouro Núcleo Paranaense de Decoração! Este mês a Michelangelo Mármores participou da viagem para um verdadeiro oásis artístico do nosso país. Inhotim, sede de um dos maiores acervos de arte contemporânea, foi palco da premiação do NúcleoGo 2022. O Núcleo Paranaense de Decoração celebrou em Belo Horizonte a premiação da categoria Prata do Programa de Relacionamento NúcleoGO 2022. Entre os dias 15 à 17 de junho, os escritórios ganhadores (formados por arquitetos, designers e decoradores) receberam seus troféus pelas mãos dos lojistas associados ao NPD. A premiação ocorreu no Instituto Inhotim, que é considerado o maior museu a céu aberto do mundo. A viagem envolveu turismo, cultura, gastronomia, arte e, principalmente, arquitetura. Lançamento do episódio 6 de Atemporal – A Arquitetura Permanece: Realizamos o evento de lançamento no dia 20/06, no Espaço Laguna. Em parceria com a construtora e incorporadora Laguna, a Michelangelo reuniu arquitetos e amantes da história da arquitetura de Curitiba. A apresentação do episódio 6, Elgson Ribeiro Gomes, e a verticalização de Curitiba, foi um sucesso e após a apresentação, houve um momento de descontração e conexão entre os convidados. Neste episódio contamos mais sobre a história do engenheiro arquiteto Elgson Ribeiro Gomes. Além de contar sobre sua tragetória e importância para a verticalização da cidade de Curitiba. Ainda abordamos detalhes sobre sua vida e concepção de suas grandes obras como o Edifício do Paraná e o marcante Edifício Canadá. Agora clique no link abaixo e assista ao episódio completo! Elgson Ribeiro Gomes, e a verticalização de Curitiba | ATEMPORAL – A arquitetura permanece.

Mármore Branco: elegância e sofisticação na decoração de interiores

O mármore branco é uma escolha atemporal quando se trata de decoração de interiores. Seus veios naturais e brilho característico adicionam elegância e sofisticação a qualquer ambiente. Os mármores Brancos da Michelangelo possuem propriedades físico-químicas que possibilitam seu uso em diversos ambientes, inclusive em áreas molhadas e de alto tráfego. Usado Shoppings, hotéis, grandiosas obras públicas, bancadas de cozinha, piscinas e áreas comuns.  Os mármores Branco Michelangelo – Cielo, Calacatta, Prime, Nuvolato – reforçam a potência da aparência sofisticada, com nuances frias e quentes. Se você está em busca de ideias para incorporar o mármore branco em sua decoração, este artigo é para você! Aqui estão algumas ideias inspiradoras de como usar esta rocha nobre e branca para criar espaços deslumbrantes e luxuosos. Mármores Brancos da Michelangelo O mármore branco é uma escolha clássica e atemporal para a decoração de interiores. Sua beleza natural e elegância se destacam em qualquer ambiente, adicionando um toque de luxo e sofisticação. Seja através de bancadas, revestimentos, lareiras ou detalhes decorativos, esta rocha ornamental branca certamente trará um charme incomparável aos espaços. Não tenha medo de experimentar e combinar o mármore branco com outros materiais para criar um estilo único e personalizado. Deixe sua criatividade fluir e transforme sua casa em um oásis de beleza e elegância com os Mármores Brancos da Michelangelo Mármores do Brasil.

Jornal Valor Econômico

‘O brasileiro tende a valorizar o mármore que vem de fora, mas estamos trabalhando para mudar essa lógica’ O que o Palácio do Planalto, em Brasília, a Pinacoteca de São Paulo, a estação central do metrô em Berlim e a flagship da Gucci em Milão têm em comum? O piso, feito de mármore de uma mesma marca paranaense: a Michelangelo Mármores do Brasil. Os revestimentos são extraídos de quatro jazidas no estado e ganham o mundo: Estados Unidos, Europa e Ásia. Embora 70% dos clientes sejam nacionais, há certa resistência interna. “O brasileiro tende a valorizar o produto que vem de fora. Mas isso está mudando. Estamos trabalhando para inverter essa lógica e mostrar que o mármore é uma joia natural do Brasil”, afirma Priscila Fleischfresser, Diretora da empresa. Acompanhe. A pedra natural brasileira é mais valorizada no Exterior do que no mercado interno? Priscila Fleischfresser — Sim, o Brasil é um país com tradição na exportação de pedras ornamentais e é muito reconhecido por isso. Por outro lado, o brasileiro tende a valorizar o produto que vem de fora, mas isso está mudando. O problema é a falta de conhecimento das pessoas, porque a referência ainda é o produto que vem do exterior. Estamos trabalhando para inverter essa lógica e mostrar que o nosso mármore é uma joia natural do Brasil. Qual o tamanho da sua empresa hoje? Meu pai comprou as minas em 1990, mas elas já existiam desde os anos 1940. Investimos em tecnologia para extração e adotamos uma estratégia de negócios verticalizada, controlando todas as etapas da cadeia. Nossa produção anual é de 150 mil metros quadrados de mármore, em quatro tipos diferentes. Exportamos 30% para Estados Unidos, Europa e Taiwan. Como descobriu que seu mármore estava na Gucci em Milão? Foi uma prima que visitava a cidade, entrou na flagship deles na Via Montenapoleone e me ligou. E não só em Milão: todas as lojas da grife no mundo têm nossa variação no tom bordô, desde a Europa, Catar e até no Japão! Mas como eles chegaram até vocês? Uma grande fabricante italiana de mármores nos procurou e marcamos um encontro em Verona (ITA), para apresentar nosso produto. Nós os convidamos para conhecer a jazida e a capacidade produtiva em Curitiba, eles vieram, aprovaram, fizeram o primeiro pedido, mas não disseram para qual marca seria usado – havia uma questão de sigilo da parte deles. Depois, foram três anos de compras frequentes, cerca de 3 mil metros quadrados no total. Exportar para a Itália, berço do famoso mármore de Carrara, dá um peso diferente para a marca? Chancela muito a qualidade do nosso produto. Ainda mais porque nosso distribuidor local exporta bastante a nossa pedra para Alemanha, que é um dos mercados mais exigentes do mundo. Para a Itália, são 5 mil metros por ano e vem crescendo. Além da Gucci, quais outras marcas de luxo são seus clientes? Há muitos empreendimentos imobiliários e hotéis. Em Londres, fornecemos pisos de cozinha para todos os apartamentos do One Hyde Park. Em São Paulo, 90% dos mármores utilizados no Cidade Matarazzo (complexo que inclui edifício corporativo, residencial e uma unidade do hotel Rosewood) são nossos. Palácio Tangará, na capital paulista, Emiliano e Fairmont no Rio, e o Nomaa, em Curitiba também. E fornecemos para muitos prédios públicos, como o Palácio Iguaçu e o Tribunal de Justiça, ambos em Curitiba (PR); a Pinacoteca do Estado e a ALESP, em São Paulo; o Palácio do Planalto, da Alvorada, o Supremo Tribunal Federal e a Catedral de Brasília. Como chegou na Capital Federal? Nos anos 1950, Juscelino Kubitschek – antes de ser presidente –, visitou o Palácio Iguaçu, inaugurado em 1954 e que teria servido de inspiração para a construção de Brasília. Na visita, gostou tanto da ideia do mármore que acabou usando no Alvorada (1958) e Planalto (1960). Ter participado do Cidade Matarazzo agregou valor à marca? Sem dúvida, é uma obra muito importante porque tem no seu conceito a valorização do que o Brasil faz de melhor em termos de arte, gastronomia, cultura e design. Mais de 90% do empreendimento conta com nossos mármores. Os revestimentos, de uma maneira geral, ganharam status mais sofisticado nos últimos anos. Por quê? No nosso caso, entendo que o mármore não é só um revestimento, mas uma obra de arte da natureza que o ser humano precisa apenas lapidar. É como uma joia e deveria ser tratada assim. O Brasil tem um mármore de qualidade incomparável a nível mundial, que pode ser transformado em peças de design únicas. A pedra natural é considerada um revestimento de luxo? A pedra natural traz uma exclusividade aos ambientes porque cada corte resulta em um revestimento único. No caso do mármore, nunca um será igual ao outro e isso agrega muito valor aos projetos de interiores. Você percebe uma valorização maior da sustentabilidade no mercado de interiores atualmente? Sim, com certeza. Nossos clientes querem saber da origem, do processo de fabricação, buscam produtos atemporais, com ciclo de vida longo e regionais – produzidos e consumidos na mesma região. Esta é uma tendência bastante forte. Leia o artigo completo no link abaixo: ‘O brasileiro tende a valorizar o mármore que vem de fora, mas estamos trabalhando para mudar essa lógica’

Mármore Branco Paraná: uma tendência

De ousados a discretos, é possível encontrar entre os vários tipos de mármore, aquele que vai realçar o projeto. A rocha natural pode ser protagonista ou completar a ambientação com requinte e funcionalidade. Um dos desafios da profissão é definitivamente projetar um espaço visualmente exclusivo e personalizado, porém existem alguns materiais que podem auxiliar na criação de uma identidade para o ambiente, como o mármore branco paraná, pois através de diversos tipos e padronagens, a pedra consegue transformar a decoração de um cômodo simples em extraordinariamente elegante. A facilidade de combinar o mármore branco paraná com os demais objetos decorativos de um ambiente é realmente gigantesca, pois as suas diversas variações conseguem harmonizar com tudo à sua volta. Mármore Branco Michelangelo Prime® O mármore Branco Paraná é uma rocha que traz consigo sofisticação e beleza. A sua cor branca é perfeita para diversos ambientes Das jazidas para os cenários cotidianos, este mármore é capaz de transcender as tendências passageiras da decoração, tornando-se um elemento eterno e inesquecível na história de um espaço. Pode ser utilizado em diferentes aplicações na decoração. De fundo branco e veios acinzentados, o Mármore Branco Michelangelo Prime é ideal para auxiliar na amplitude de ambientes pequenos, pois a sua tonalidade clara transmite a sensação de um espaço maior. Além disso, colabora para decorações mais minimalistas com conceitos mais abertos. O Mármore Branco Michelangelo Prime® cria um fenômeno curioso: uma identidade atemporal, que o permite brilhar como elemento principal da decoração do ambiente, como também, pode ser um detalhe incrível, primorosamente refinado, quando não está como protagonista. Assim como todos os mármores brancos da Michelangelo, possui excelentes qualidades físico-químicas, que proporcionam baixa porosidade e alta resistência, podendo ser usado até mesmo em bancadas de cozinha. Vantagens do mármore branco O mármore branco Paraná possui diversos benefícios que auxiliam na construção de um ambiente mais diversificado e cheio de personalidade, pois a sua aparência costuma ser mais uniforme que em relação aos demais materiais, deixando um acabamento sem falhas aparentes. Além disso, a pedra possui em sua composição elementos que ajudam na sua resistência contra arranhões e manchas, por isso pode ser aplicado em vários projetos diferentes. Ao procurar mármores para compor o seu projeto, procure a Michelangelo Mármores do Brasil, que te oferece uma parceria genuína e entende de produtos de qualidade.